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21Ago
Complexo de Superioridade nas Organizações: Como lidar ?

Complexo de Superioridade nas Organizações: Como lidar ?

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O desafio de lidar com colaboradores que demonstram este comportamento.

Infelizmente, é comum ouvirmos de algum conhecido o quanto a rotina de trabalho tem sido complicada, devido a um superior ou colega de trabalho que insiste em usar de soberba e más intenções mediante as situações do dia a dia.

Nos últimos dias, presenciamos como um entregador foi maltratado e, este foi um dos assuntos mais comentados nas redes sociais.

O mundo está assim, cheio de pessoas com complexo de superioridade sejam elas clientes ou dentro das organizações.

Normalmente estes indivíduos possuem traços de inferioridade e áreas da vida mal resolvidas,  são inseguros e procuram uma forma de parecerem superiores. Inferiorizam o trabalho do colega e são capazes de desmotivar toda uma equipe.

Quando entendemos que uma empresa é uma máquina, e que independente do “tamanho” cada peça é fundamental, mudamos nosso olhar e trabalhamos para que cada vez tenhamos uma equipe sólida e que busca junto, diariamente o sucesso. Isso faz com que ao invés de ficarmos irritados e insatisfeitos com uma promoção ou elogio que um colega recebe, nos alegremos por suas conquistas.

O complexo de superioridade, nada mais é do que o reflexo de inseguranças e frustrações. Como empresa, o que podemos fazer ?

O diálogo é sempre uma ótima opção, porém a maioria das pessoas com estas características, possuem sérias dificuldades em receber críticas e inventam inúmeras justificativas para sua ações.

Um de nossos principais valores é “Uma equipe leal por uma empresa comprometida”. Aqui somos mais do que uma equipe, somos uma família e para esse comprometimento com o colaborador, contamos com uma equipe preparada no setor de Recursos humanos, baseada no conhecimento técnico e experiência da psicologia. A empresa está investindo pesado em treinamentos de autoconhecimento e em alguns casos, treinamentos de liderança com base na neurolinguística.

Segundo a nossa  Psicóloga Camila Pimentel “o primeiro passo seria uma lista dos fatores comportamentais, juntamente com uma conversa para entender o motivo por tais comportamentos. O próximo passo seria um planejamento estratégico para lidar com esse problema e a partir daí se inicia a  intervenção junto ao colaborador, afim de maximizar seus objetivos, minimizando suas deficiências e tentando proporcionar sua eficiência. Mediante a conversa, observação e incentivos, tentar fazer com que ele entenda que seu comportamento atrapalha/incomoda os demais colaboradores. A partir da  mudança comportamental do colaborador, pensar em soluções simples, inovadoras e adequadas.  Apresentando

contribuições e respostas eficazes para solucionar a questão.

Caso o colaborador não demonstre nenhuma melhoria ou mudança de comportamento mediante a todo investimento, a solução seria o desligamento pois, uma laranja podre apodrece todo o cesto. A visão estratégica do profissional de RH deve estar presente não só no recrutar e selecionar mas também em acompanhar, orientar e desenvolver os colaboradores. Além de demonstrar os pontos positivos e os pontos a melhorar dos profissionais, estabelecendo uma metodologia de trabalho comportamental no ambiente e criando uma “parceria” com os colaboradores, dando e recebendo feedbacks, assumindo a responsabilidade na condução do processo e dos comportamentos dentro do ambiente organizacional.”

É importante lembrar que novos conceitos, métodos e técnicas são importantes para a modernização e desenvolvimento de pessoas, mas de nada adianta se não praticamos (ou entendemos) sequer os conceitos de humanidade e reciprocidade antigos.

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